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AM aprova Moção do BE: «Barcelos, património natural e humano dos barcelenses»

A Comissão Concelhia do Bloco de Esquerda de Barcelos, congratula-se com a aprovação por unanimidade da Moção que o partido, pela voz do Deputado José Ilídio Torres, levou à última sessão ordinária da Assembleia Municipal de 25-11-2016.

A moção, intitulada «Barcelos, património natural e humano dos barcelenses», chamou, uma vez mais, a atenção para o rio, património de identidade, fonte de desenvolvimento da cidade e do concelho.

 

O Bloco de Esquerda reafirma o seu total comprometimento com a recuperação do rio, e vincou nesta moção objetivos claros e práticos, dos quais competirá agora à Câmara, tomar como recomendação e esperamos, cumprir.

 

Estaremos sempre vigilantes, no papel que nos incumbe a democracia e a vida partidária e institucional.

 

O Rio Cávado, ficou uma vez mais esquecido no Orçamento Municipal, não se encara a sua despoluição progressiva como projeto, o que aliás atravessa, na opinião do Bloco de Esquerda toda a política de investimento deste orçamento, que não define linhas e rumos estruturantes.

 

O Bloco de Esquerda não se revê neste orçamento porque ele significa mais do mesmo. A mesma receita caseira de fazer política sem horizontes, sem perguntas, e infelizmente, na esmagadora maioria dos casos, sem respostas.

 

De todas as verbas inscritas e opções do plano apontadas, ressalvamos como indicadores positivos, a recuperação do Mercado Municipal e as obras de beneficiação no Bairro Social 1º de Maio, assim como o lançamento do Orçamento Participativo, reivindicação do BE desde há muitos anos, mesmo que a versão apresentada, para além de tardia, seja reduzida de verbas, árida de intentos e sem metodologia de aplicação.  

 

Se tivermos em linha de conta que são exigências antigas, então este orçamento nada traz de novo, nada perspectiva como alternativa, e mais que isso, frustra as expectativas dos cidadãos. 

 

É preciso repensar a cidade e o concelho. Ler os novos problemas e encontrar novas soluções. Ter uma visão de futuro e de desenvolvimento sustentado com aposta nas potencialidades endógenas e na melhoria da qualidade de vida. A falta de estratégia que nos propõe com este Orçamento para 2017 e com estas Grandes Opções do Plano, não respondem aos anseios da população e não gerem reais expetativas de confiança nos barcelenses. Estas razões e muitas outras explanadas na reunião plenária da Assembleia Municipal da passada sexta-feira, justificam o nosso voto contra o documento apresentado. 

 

 

A moção pode ser consultada aqui:

AnexoTamanho
Moção: «Barcelos, património natural e humano dos barcelenses», 735.73 KB